TODA SEMANA UMA ROMARIA DE GUAPÉ PARA APARECIDA DO NORTE
Ana do Fonso e Joelma do Gêra já dentro da jardineira:
_Bamo trocá de lugá,Joelma? _Ara!Nem vem que num tem.Eu gosto di na jinelinha. _É cu meu estamo imbruia e ca cara po lado de fora e cu vento bateno miora. _Come muncadinho de farofa que privine embruiamento de estamo. _Minha matula é de pão de queijo com carne moída. _Farofa eu te dou cu maió prazer,mas a jinela não.Eu gosto de ficá oiano a estrada,as cidades...Ana,toma cabornate. _Tomei dramim.Bão co drumo na viage. _Amanhã vai sê um armoção no restaurante,né Ana? _Nem vem que num tem.Meu Tio Toin Taíde mora lá em Aparecida,bem.Tem residência fixa. _Ô! Bem que eu podia ir junto cocê. _Acho mió ocê comer no restaurante memo,sabe por quê? Uai,se o Tio Toin garrá a receber romeiro do Guapé e Ilicínea ele não faz nem po fumo.Só os parentes das duas cidade já quebra ele. _Ah!Cê tá certa memo. Ele vende imagem de santo,Ana? _Não,Joelma.Ele tem barbearia.Cê acha que lá todo mundo vive a poder de santo?Nem sei se o Ti Toin reza.




