ERA UM MOMENTO FESTIVO . Momento de alegria, encontro das famílias, festa pra meninada, assim era o dia de fazer pamonha, o prazer era pegar o milho, catar cabelos, ralar nos ralos de lata, temperar com todo mundo em volta proseando, ajeitar os paus de lenha, acender o fogo pra ferver a água do tacho, assim, depois das pamonhas amarradinhas, as donas das casas colocavam uma a uma. . Enquanto as pamonhas cozinhavam, a muiezada fazia mingau em outro tacho ou panela grande, aí, no final juntava a meninada pra rapar. Saía mingau de cortar ou mingau molinho. . Ah! E no fogão de lenha os paus em brasa por baixo de uma panela de ferro o bolo de milho era assado, a tampa era de lata cheia de brasas e ficava muito gostoso, a casca do bolo ficava grossa e furadinha. . Ah! O costume era levar pratos com pamonhas para os vizinhos. Hoje está dimudado, o progresso leva embora muito dos costumes, porém, nas roças e ainda em muitas casas fazem questão da pamonhança e a alegria se repete. Agora, o gosto pela pamonha quentinha com queijo não passa, tooooodo mundo gosta. Familiares que moram fora marcam já a visita no tempo do milho verde e faz quiném a família da Geralda Tomás ou a família da Terezinha do Dunde. . SÃO LEMBRANÇAS COM GOSTO E CHEIRO.
As pamonhas da Geralda! O ''pamonha'' do Crovinho! Hahaha!









