7 de outubro de 2013

EAD - ENSINO A DISTÂNCIA

"Maior desafio foi informática", diz pedagoga de 48 anos formada por EAD5 Do UOL, em Belo Horizonte 05/09/201310h12 A segunda graduação de Marlene Simões, 48, foi de pedagogia. E a distância. Moradora

EAD - ENSINO A DISTÂNCIA

EAD - ENSINO A DISTÂNCIA "Maior desafio foi informática", diz pedagoga de 48 anos formada por EAD5 Do UOL, em Belo Horizonte 05/09/201310h12 A segunda graduação de Marlene Simões, 48, foi de pedagogia. E a distância. Moradora de Guapé, um pequeno município mineiro a cerca de 300 km de Belo Horizonte, ela optou pelo EAD (ensino a distância) com a intenção de suavizar a rotina de estudante. Sua opção pelo EAD foi de ordem prática: a primeira graduação de Marlene foi em história, num curso presencial na cidade de Boa Esperança, a 70 km de sua cidade. Ela viajava todos os dias. Já para tirar o diploma de pedagogia na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), ela precisava ir ao polo de Ilicínea fica a 30 km da sua cidade algumas vezes no mês, para as provas e algumas oficinas. Esse polo é o segundo maior da UFJF, que reúne atualmente 3.700 alunos na modalidade a distância. SAIBA MAIS Pedagogia é o curso de graduação a distância mais procurado do Brasil; veja a lista Quase metade dos estudantes de pedagogia estuda na modalidade a distância Cursos de EAD de pedagogia não são oferecidos de maneira correta no Brasil, diz especialista "Trabalhava de manhã. À tarde pegava o computador para fazer trabalhos e uma hora ou outra corria para fazer o serviço de casa que divido com as outras moradoras [da república em que mora]". Sua trajetória foi além do que muitos poderiam esperar: aos 33 anos, Marlene tinha apenas o quarto ano. De lá para cá, ela fez supletivo, vestibular, uma graduação em história, especialização em psicopedagogia. Terminou pedagogia em 2013 e já emendou uma formação em alfabetização e letramento pela UFSJ (Universidade Federal de São João Del-Rei). Tinha um computador no meio do caminho Para a ex-cantineira, o maior obstáculo foi encarar a tecnologia. "Mexer com computador foi difícil porque eu nunca tinha ligado computador. Às vezes tava com tudo pronto para enviar o trabalho e perdia tudo. O maior desafio foi a informática", afirma. Atualmente, sem bloqueios tecnológicos, ela tem seu próprio computador -- quando começou a faculdade, ela usava a máquina da irmã. Em vez de ajudar nas tarefas da cantina, ela é substituta na escola Deputado Joaquim Melo de Freire, na comunidade Santo Antônio das Posses (Guapé). Ela aguarda ser chamada em um concurso do Estado, para dar aulas em Guapé - ela é a oitava colocada do certame. "Me sinto realizada, mas eu quero mais. Quero fazer mestrado, porque eu gosto de estudar, me faz bem. Eu fui a primeira da família a estudar. Meus irmãos também começaram, hoje eles têm pelo menos ensino médio. Para quem tinha só quarto ano, eu tive oportunidade de ir mais longe", diz a pedagoga. O ''BÃO DE PROSA'' ABRAÇA MARLENE, FILHA DE LÁZARO INÁCIO E MARIA DO ZÉ NUNES. ELA DESCONTOU O TEMPO PERDIDO E TAÍ CHEIA DAS FELICIDADES. NASCEU DÔTRABANDA, ARAÚNA, QUINÉM EU, LÁ NO PÉ DA SERRA, LÁ ONDE ARMA CHUVA. PARABÉNS!!!

PessoasMariaRosaRosaJoão
LugaresGuapéBoa EsperançaBelo Horizonte
TemasFamília e CasamentoCrianças e Escola
— Soninha
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